Ligamos a TV e lá estão os programas infantis mostrando animais de circos como se fossem bem tratados e felizes. Eliana é a que mais apresenta circos com animais em seu show e não tem pudor em mentir para as crianças. Ela sabe que os animais são maltratados. Já recebeu inúmeros e-mails de telespectadores. Xuxa e Gugu glorificam o Circo Beto Carrero, como se fosse diferente dos circos menores. Em algumas cidades foi aprovada uma lei na qual se proíbe a entrada de circos com animais, sendo que no Rio de Janeiro é válido para o estado todo e na cidade de São Paulo (após derrubado o veto do nosso excelentíssimo ex-ministro da Saúde e atual prefeito José Serra) foi aprovada no último dia 15/6/05.
Você sabia que os animais de circo:
* Estão sujeitos aos clássicos instrumentos de “treinamento”: choques elétricos, chicotadas, privação de água e comida?
* Ficam confinados sem as mínimas condições de higiene, sujeitos a diversas doenças?
* Não têm férias nem assistência veterinária adequada?
* São obrigados a suportar mudanças climáticas bruscas, viajar milhares de quilômetros sem descanso, etc.?
Veja só como os nossos amigos são tratados:
ELEFANTES: Antes de chegarem no Circo, passam por meses de tortura. São amarrados sentados, numa jaula onde não podem se mexer, para que o peso comprima os órgãos internos e cause dor. Levam surras diárias, ficam sobre seus próprios excrementos, até que seu “espírito seja quebrado” e passem a obedecer. Elefantes se comunicam, vivem em grupos com papéis sociais definidos. São extremamente inteligentes. Ficam de luto por seus mortos e são capazes de reconhecer um familiar, mesmo tendo sido separados deles quando filhotes. Sofrem de problemas nas patas por falta de exercício, pois na natureza elefantes andam dezenas de quilômetros diariamente. No Circo os elefantes permanecem acorrentados o tempo inteiro. Mexer constantemente a cabeça é uma das características de neurose de cativeiro.
GRANDES FELINOS: São acorrentados a seus pedestais e as cordas são enroladas em suas gargantas para que tenham a sensação de estarem sendo sufocados. São dominados pelo fogo e pelo chicote, golpeados com barras de ferro e queimados na testa, pelo menos, uma vez na vida, para que não se esqueçam da dor. Muitos têm suas garras arrancadas e as presas extraídas ou serradas. Passam, a maior parte de suas vidas, dentro de pequenas jaulas.
URSOS: Têm o nariz quebrado durante o treinamento. Sua patas são queimadas, para forçá-los a ficar sobre duas patas. São obrigados a pisar em chapas de metal incandescente ao som de uma determinada música. No picadeiro,então, os ursos ouvem a mesma música usada durante “o treinamento” e começam a se movimentar, dando a impressão de estar dançando. Muitos têm as garras e presas arrancadas. Já foi constatado um urso com 1/3 de sua língua cortada. Ursos cativos apresentam comportamento atípico, como andar de um lado para o outro. Alguns ursos se auto mutilam, batendo com a cabeça nas grades da jaula e mordendo as próprias patas.
MACACOS: Apresentam o mesmo comportamento de crianças que sofrem abusos. Até 98% do DNA dos chimpanzés é igual ao do humano. Apanham para obedecer e obedecem apenas por medo. Roer unhas e auto mutilação são comportamentos freqüentemente encontrados em macacos cativos. Os dentes são retirados para que os animais possam ser fotografados junto às crianças.
CAVALOS: São açoitados e confinados sem direito a caminhadas. Apanham para aprender.
É necessária a conscientização de todos nós. Conto com vocês, meus amigos. Beijos, a Mô![]()
SIM À CULTURA CIRCENSE.
Em homenagem ao resultado do último Exame da OAB (que foi um fiasco!), aqui estão algumas pérolas proferidas por advogados e tiradas de registros oficiais de tribunais. Não fiz comentários dessa vez, isso ficará por conta dos meus ilustres amigos blogueiros, lembrando sempre que rir ainda é o melhor remédio.
Não ria se for capaz:
1) Foi este o mesmo nariz que você quebrou quando criança?
2) Então, doutor, não é verdade que quando uma pessoa morre durante o sono, na maioria dos casos ela o faz de maneira calma e não se dá conta de nada até a manhã seguinte?
3) - O que aconteceu depois?
- Ele me disse: Tenho que te matar porque você pode me identificar no tribunal.
- E ele o matou?
4)- Foi você ou seu irmão que morreu na guerra?
5)- O filho mais jovem, o de 20 anos, quantos anos ele tem?
6)- O que significa a presença de esperma?
- Significa relação consumada.
- Esperma masculino?
- E o único que eu conheço.
7)- Vou mostrar a Prova 3 e peço que reconheça a foto.
- Este sou eu.
- Você estava presente quando esta foto foi tirada?
8)- Você estava presente a este tribunal esta manhã quando fez o juramento?
9)- Então, Sr. Johnson, como o seu casamento acabou?
- Por morte.
- E ele acabou pela morte de quem?
10)- Há quanto tempo você está grávida?
- Vai completar 3 meses no dia 8 de novembro.
- Então, aparentemente, a data da concepção foi 8 de agosto.
- Sim.
- E o que você estava fazendo?
11)- Sra. Jones, a Sra. se considera emocionalmente equilibrada?
- Eu era.
- E quantas vezes a Sra. cometeu suicídio?
12)- Quer dizer que, quando você voltou, você tinha saído?
13)- Ela tinha 3 filhos, certo?
- Sim.
- Quantos meninos?
- Nenhum.
- Tinha alguma menina?
14)- Você não sabe o que era, nem com o que se parecia, mas você pode descrever?
15)- Você disse que a escada descia para o porão. Essa escada, ela também subia?
16)- O Sr. está qualificado a apresentar uma amostra de urina?
- Sim, desde criancinha.
17)- O Sr. se lembra, aproximadamente, a hora em que examinou o corpo do Sr. Brown?
- Foi à noite. A autopsia começou em torno das 20:30.
- E o Sr. Brown estava morto naquele momento, certo?
- Não, seu panaca estúpido! Ele estava sentado na mesa tentando imaginar por que era que eu estava fazendo uma autopsia nele!
18) - Doutor, antes de fazer a autópsia, o senhor checou o pulso da vítima? - Não.
- O senhor checou a pressão arterial?- Não.
- O senhor checou a respiração?- Não.
- Então, é possível que a vítima estivesse viva quando a autópsia começou?- Não.
- Como o senhor pode ter essa certeza?
- Porque o cérebro do paciente estava num jarro sobre a mesa.
- Mas ele poderia estar vivo mesmo assim?
- Sim, é possível que ele estivesse vivo e exercendo Direito em algum lugar!
O casal entrou correndo no pronto-socorro. Cortaram a fila. Nada mais justo.
- Moça, um médico, por favor! Nossa filha cortou a perna e está sangrando muito.
Ele, o pai, trazia nos braços uma garota de cinco anos. A mãe, ao seu lado, acariciava os cabelos da menina, que gemia de dor.
- Ela tem RG? - perguntou a atendente.
Os pais olharam atônitos para a atendente.
- Como?!
- RG! Registro Geral. Ela tem?
- Não. Ela precisa que...
- CPF?
-O quê?
- CPF! Eu perguntei se ela possui Cadastro de Pessoa Física?
- Moça, nossa filha está perdendo sangue. Esse pano que amarramos em sua perna não vai...
-Como ela se machucou?
- Caiu da bicicleta.
- O senhor viu? Pode ser testemunha? Talvez tenhamos que fazer boletim de ocorrência.
- Moça! Ela é uma criança, caiu da bicicleta e enquanto você faz essas perguntas, ela perde sangue.
- Calma, meu senhor. É a lei, preciso fazer essas perguntas. Ahn... deixa eu ver... Vocês declararam isenção do imposto de renda nesse ano"
- Ora essa! Não vejo como isso pode...
- Vocês moram na cidade?
-O pai bufou e respondeu:
- Sim.
- Pode comprovar residência?
- O quê" Moça, nós só queremos um médico!
-É que saiu uma nova lei que impede que atendamos pessoas de outras cidades. A não ser em caso de ausência de serviço de saúde na cidade. Se vocês não puderem comprovar residência, não poderemos atender esse paciente.
A atendente olhou para a fila atrás do casal.
- Próximo!
Um senhor levantou-se do banco escuro do pronto-socorro, foi até a atendente e disse:
- Senhora, acredito que a situação exija uma medida institucional imediata.
A atendente ficou espantada com as "palavras difíceis" que aquele senhor usou. Ela decidiu que seria melhor deixar a garota passar, mesmo porque aquelas pessoas, segundo a definição da ditadura militar, já formavam um grupo de manifestantes. Deixou que a garota entrasse, carregada pelo pai.
A garota ficou alguns minutos nas mãos do médico. Como toda criança, chorou ao receber sete pontos na perna. Mas o colo paterno novamente a acalmou e a carregou pelos corredores do hospital. Um cristão que visse aquela cena final diria que era uma filha de Deus carregada pelos braços de seu pai terreno; um humanista diria que era uma vida salva pelo empenho de pessoas que doam sua vida; mas, na verdade, ela era uma ferida na lei, uma medida institucional imediata. Uma desobediência àqueles que fazem leis para coisas, para dados ou senhas e não para pessoas que sangram, choram e, muitas vezes, não têm RG ou CPF.

Concurso dos Avisos ao Consumidor mais Bizarros ![]()
A intenção do concurso (publicado pelo Terra e comentado por mim, rsrsrs...) é revelar como a preocupação com processos criaram a necessidade de avisos óbvios nos produtos. Vejam os vencedores:
1º lugar - "Não use para higiene pessoal" (escova de limpeza de banheiro)
2º lugar - "Este produto se move quando usado" (patinete)
3º lugar - "Uma vez usado retalmente, o termômetro não deve ser usado oralmente" (termômetro digital)
Os outros avisos não vencedores:
Secador de cabelos: - Não use quando estiver dormindo.
(se for sonâmbulo tá liberado)
Saquinho de fritas: - Você pode ser o vencedor! Não é necessário comprar. Detalhes dentro do pacote.
(nada como a visão raio x)
Sabonete: - Use como um sabonete normal.
(não o trate como doido, ele é normal tadinho)
Refeição congelada: - Sugestão de servir: descongele.
(caso goste de sorvete salgado coma assim mesmo)
Touca de banho de hotel: - Ajusta-se a uma cabeça.
(não é recomendável para bicho de 7 cabeças)
Ferro de passar: - Não passe roupas no corpo.
(mas é tão prático...)
Remédio infantil: - Não opere máquinas ou dirija.
(então é melhor nem ir trabalhar hoje)
Fileira de luzes de Natal: - Somente para uso dentro ou fora de casa.
(verdade???)
Saquinho de amendoins: - Instruções: abra o saquinho, coma os amendoins.
(só os amendoins, o saquinho não, sua besta)
Moto-serra: - Não tente parar a serra com as mãos ou genitais.
(ahhh, pq não???)
Fantasia de Super-Homem: - O uso destes trajes não o torna apto a voar.
(que droga! então nem vou levar)
Obs.: Uma semana bem alegre pra todos vocês, porque na atual conjuntura, rir ainda é o melhor remédio. Bjs, pessoas, da Mô![]()
Epitáfio (Titãs)
Devia ter amado mais, ter chorado mais
Ter visto o sol nascer
Devia ter arriscado mais e até errado mais
Ter feito o que eu queria fazer
Queria ter aceitado as pessoas como elas são
Cada um sabe a alegria e a dor que traz no coração
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar
Devia ter complicado menos, trabalhado menos
Ter visto o sol se pôr
Devia ter me importado menos com problemas pequenos
Ter morrido de amor
Queria ter aceitado a vida como ela é
A cada um cabe as alegrias e a tristeza que vier
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar...
Devia ter complicado menos
Trabalhado menos...

pérolas do jornalismo:
''Depois de algum tempo, a água corrente foi instalada no cemitério para satisfação dos habitantes.''
(Eles deviam estar com sede, coitados...)
''A nova terapia traz esperanças a todos os que morrem de câncer a cada ano.''
(Viva a ressurreição!)
''Apesar da meteorologia estar em greve, o tempo esfriou ontem intensamente.''
Muitas pessoas se comportam da forma que imaginam que agradará a todos. Esta metáfora nos fala da impossibilidade de realizar este objetivo e sobre a necessidade de confiarmos em nosso julgamento interno.
Em pleno calor do dia um pai andava pelas poeirentas ruas de Keshan junto com seu filho e um jumento. O pai estava sentado no animal, enquanto o filho o conduzia, puxando a montaria com uma corda. "Pobre criança!", exclamou um passante, "suas perninhas curtas precisam esforçar-se para não ficar para trás do jumento. Como pode aquele homem ficar ali sentado tão calmamente sobre a montaria, ao ver que o menino está virando um farrapo de tanto correr?” O pai tomou a sério esta observação, desmontou do jumento na esquina seguinte e colocou o rapaz sobre a sela. Porém não passou muito tempo até que outro passante erguesse a voz para dizer: Que desgraça! O pequeno fedelho lá vai sentado como um sultão, enquanto seu velho pai corre ao lado.
Esse comentário muito magoou o rapaz, e ele pediu ao pai que montasse também no burro, às suas costas. Já se viu coisa como essa? resmungou uma mulher usando véu. Tamanha crueldade para com os animais! O lombo do pobre jumento está vergado, e aquele velho que para nada serve e seu filho abancaram-se como se o animal fosse um divã. Pobre criatura! Os dois alvos dessa amarga crítica entreolharam-se e, sem dizer palavra, desmontaram. Entretanto mal tinham andado alguns passos quando outro estranho fez troça deles ao dizer: Graças a Deus que eu não sou tão bobo assim! Por que vocês dois conduzem esse jumento se ele não lhes presta serviço algum, se ele nem mesmo serve de montaria para um de vocês? O pai colocou um punhado de palha na boca do jumento e pôs a mão sobre o ombro do filho. "Independente do que fazemos", disse, "sempre há alguém que discorda de nossa ação. Acho que nós mesmos precisamos determinar o que é correto".
(autor desconhecido)
ROMANTISMO
Romance é um estado da mente. Se você tiver o pensamento correto, pode transformar a limpeza do banheiro em algo romântico; se tiver o pensamento errado, pode fazer de uma caminhada sob o luar na praia uma batalha.
Romance tem a ver com coisas pequenas. É muito mais sobre pequenas atitudes - os detalhes de tornar o cotidiano com seu amor um pouco mais especial - do que sobre atitudes extravagantes, caras. (Embora o extravagante certamente tenha seu lugar no repertório do romântico).
Há dois tipos de romance: - romance obrigatório; - romance opcional.
Romance obrigatório inclui: Comemorar o aniversário dela (dele); dar um presente no Natal e datas festivas; lembrar do aniversário do seu casamento; lembrar o Dia dos Namorados.
Romance opcional inclui: Tudo o mais. Pequenas surpresas. Grandes surpresas. Jantares à luz de velas. Brindes com champanhe. Escapadas nos fins de semana. Enviar cartões engraçados, cartões românticos, cartões feitos em casa. Fugir das crianças. Exercitar a sua criatividade. Massagens. Datas "surpresas" no meio da semana. Filmes românticos. Cartas de amor.
Ouça. Com seus ouvidos, mente e coração. Ouça o significado que há por trás das ações dele (dela). Ouça a mensagem existente atrás das palavras.
Ser romântico ocasionalmente é uma coisa, mas viver uma vida romântica exige consistência de esforço. Ter gestos românticos é aguar as flores do seu relacionamento. Não o deixe murchar.
Romance é a expressão do amor. Não é a mesma coisa que amor, mas é a linguagem do amor.
Reconheça que um único modo de expressão não é o suficiente!
O amor pode - e deve - ser expresso de muitas maneiras. Mas a maioria de nós se acostuma a uma maneira que seja mais confortável para nós. E embora ela seja familiar a você, torna-se enfadonha para o seu (sua) parceiro(a).
Retome a diversão no seu relacionamento encarando o romance como "Brincadeira de Adulto". Algumas pessoas - especialmente os homens - tendem a ver o romance como uma atividade séria (grave!) e difícil. Nada poderia estar mais longe da verdade! O verdadeiro romance é fácil porque é simplesmente uma expressão do que já está dentro de você: seus sentimentos de amor, carinho e paixão por seu parceiro.
Entenda a diferença entre uma lembrança e um presente.
- Um presente é algo que você está dando porque deseja que quem vai receber o tenha.
- Uma lembrança é algo que você tem certeza de que quem vai receber deseja.
Preste atenção ao "Efeito Reflexo".
Depois de ter um gesto romântico, há um certo "reflexo" que perdura. Seu parceiro o aprecia mais, é mais gentil com você e é provável que reaja no mesmo tom. Você se sente mais amado, e se acalenta com o sentimento de ter dado algo especial ao ser amado.
Lembre-se: Romance não é barganha!
Você vai perder todo o seu tempo se tiver gestos românticos para fazer barganha em troca de favores ou perdão. Os "acordos não manifestos" a seguir podem ter tido alguma validade no passado, mas atualmente não se aplicam mais:
- Levo você ao cinema e para jantar se você dormir comigo.
- Eu preparo o jantar se você deixar eu te importunar.
- Vou lhe dar flores se me perdoar por eu ser um idiota.
Romance é a expressão do seu amor por aquela pessoa especial. Não é uma moeda de barganhas. Quando você o usa como tal, vulgariza o gesto, desvaloriza seu relacionamento.

A loucura resolveu convidar os amigos para tomar um café em sua casa. Todos os convidados foram. Após o café, a loucura propôs: - Vamos brincar de esconde-esconde? - Esconde-esconde? O que é isso?, perguntou a curiosidade. - Esconde-esconde é uma brincadeira. Eu conto até 100 e vocês se escondem. Ao terminar de contar, eu vou procurar e o primeiro a ser encontrado será o próximo a contar. Todos aceitaram, menos o medo e a preguiça. -1,2,3..., a loucura começou a contar. A pressa escondeu-se primeiro, num lugar qualquer. A timidez, tímida como sempre, escondeu-se na copa de uma árvore. A alegria correu para o meio do jardim. Já a tristeza começou a chorar, pois não encontrava um local apropriado para se esconder. A inveja acompanhou o triunfo e se escondeu perto dele debaixo de uma pedra. A loucura continuava a contar e os seus amigos iam se escondendo. O desespero ficou desesperado ao ver que a loucura já estava no 99. - 100!, gritou a loucura. Vou começar a procurar... A primeira a aparecer foi a curiosidade, já que não agüentava mais querendo saber quem seria o próximo a contar. Ao olhar para o lado, a loucura viu a dúvida em cima de uma cerca sem saber em qual dos lados ficar. E assim foram aparecendo a alegria, a tristeza, a timidez... Quando estavam todos reunidos, a curiosidade perguntou: - Onde está o amor? Ninguém o tinha visto. A loucura começou a procurá-lo. Procurou em cima da montanha, nos rios, debaixo das pedras e nada do amor aparecer. Procurando por todos os lados, a loucura viu uma roseira, pegou um pauzinho e começou a procurar entre os galhos, quando de repente ouviu um grito. Era o amor, gritando por ter furado o olho com um espinho. A loucura não sabia o que fazer. Pediu desculpas, implorou pelo perdão do amor e até prometeu segui-lo para sempre.
Moral da história:
O amor aceitou as desculpas e é por isso que hoje e em todo o sempre, o amor é cego e a loucura o acompanha sempre.

"Quando a última árvore tiver caído,
...quando o último rio tiver secado,
...quando o último peixe for pescado,
...vocês vão entender que dinheiro não se come."

05 de Junho - Dia Mundial do Meio Ambiente e da Ecologia
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